terça-feira, 31 de janeiro de 2012

COMO CERIMONIALISTA NA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO

 Evento de posse da nova diretoria e presidência do Partido Republicano Brasileiro, PRB. O encontro contou com a presença do presidente nacional da legenda, além de diversos nomes da política, imprensa e empresariado cearenses.










PALESTRA SOBRE AUTOMOTIVAÇÃO E EXCELÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO

 O encontro foi realizado na sala de aula dos alunos, onde eles aprendem informática e manutenção de computadores. Interessante perceber a presença de meninos e meninas de todas as idades, daqueles que não sabiam nada de informática até aqueles que buscavam uma reciclagem profissional. E foi exatamente sobre isso que fui falar, durante a palestra.


 Na verdade, o encontro, como disse a eles, era mais um momento para provocações do tipo: você se conhece? Em que você é bom? Posso ir além, como uma águia, ou apenas devo ser um resignado com minha vida e com meu mundo? Muitas vezes o ser humano passa anos, décadas lutando e lutando mas nunca chega a se conhecer. Muitas vezes, não fazemos as perguntas certas.
 Finalizamos nosso encontro falando do maior exemplo da humanidade, em termos de mente, espírito e também de gerenciamento de conflitos: Jesus de Nazaré. Ele soube bem o que é vencer todas diversidades do mundo e cumprir Sua missão com excelência.

Obrigado a direção da Ação Pela Vida, APV e parabéns pela formação profissional e cidadã de nosso povo!














segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


QUE TAL UMA TEMPESTADE PARA SOLUÇÃO DE PROBLEMAS NA EMPRESA?

Gerenciar pessoas e problemas, claro, são missões difíceis. Há, porém, uma linha unindo estas duas situações. Muitas, vezes, não há melhor solucionador de problemas do que aquele que vivencia, dia-a-dia, as situações de desafios.

Quem mais sabe sobre o estado da massa do pão que o padeiro? Pois é, por mais competente que seja o gerente da padaria e até o próprio dono, só aquele que põe literalmente a mão na massa é que têm as melhores chances de solucionar problemas naquele setor da panificadora.

Mas, como deve haver uma interação mais perfeita possível entre colaboradores e gerenciadores, uma boa dica é que sejam criadas reuniões também chamadas no mundo da comunicação de brainstormes, ou “tempestades”, aqui no caso, de idéias.

Sim, reúna seu pessoal, solte para eles os problemas pontuais da empresa e deixe-os livres para produzir idéias e sacadas, sem nenhum tipo de censura por parte da direção. Deixe-os seguros de que tudo o que for dito será seriamente analisado. Deixe-os sentirem-se parte do negócio fazendo-se também parte das soluções.

Isso é muito usado em reuniões com o pessoal de publicidade e do marketing. O cérebro, com liberdade de expressão, pode chegar a incontáveis resultados e, por certo, algumas dessas idéias postas à mesa, podem ser usadas para o crescimento de seu negócio e soluções de problemas.

Ah, e não se esqueça de reconhecer e incentivar todos aqueles que participaram desta boa tempestade cerebral. Seus colaboradores com certeza terão uma visão diferente de você e da sua empresa.

D. Amaral

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012


Alta do mercado de máquinas no Brasil atrai olhares estrangeiros

Empresa alemã Jungheinrich passa a reforçar investimento no país, aproveitando o boom. Um impedimento para o avanço do setor, no entanto, é a falta de foco na sustentabilidade

Por Fernanda Salem, do Mundo do Marketing | 26/01/2012

fernanda@mundodomarketing.com.br

Amercado,máquinas,empilhadeiras,b2b,Jungheinrich aceleração da economia brasileira atinge mercados que não costumam ser tradicionais no país. É o caso dos equipamentos de movimentação, como empilhadeiras, que tiveramcrescimento surpreendente, chamando a atenção de empresas internacionais, como da alemã Jungheinrich, que aumenta seu foco no Marketing B2B no país. O Brasil, no entanto, ainda tem muito o que avançar para acompanhar as tendências mundiais de sustentabilidade.

O mercado nacional de materiais de manuseio teve um crescimento de 172% de 2009 para 2010, chegando a mais de 20 mil produtos vendidos. Em relação às empilhadeiras, o Brasil está entre os 10 maiores da marca em volume. Apesar do boom, a importância em relação ao resto do mundo ainda é pequena. Em 2011 foram vendidas 20.797 máquinas, o que significa 2% do total mundial. O país líder, China, vendeu 224.018 no ano.

“O mercado do Brasil está tomando fôlego atualmente, vamos acelerar nossos negócios no país nos próximos anos. Não podemos esquecer que haverá as Olimpíadas, que também devem aquecer o mercado”, diz Helmut Limberg, Vice-Presidente e responsável por Marketing e Vendas da Jungheinrich, em coletiva de imprensa realizada esta semana na Suíça. Este ano a empresa celebra 10 anos de atuação no mercado nacional, onde ainda é pequena, mas com grandes ambições.

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A Jungheinrich, que reúne no Brasil clientes como Sadia, Hypermarcas, Vale e Dia, ainda tem menos de 10% em participação de mercado no país, mas pretende aumentar o índice em médio prazo. Um dos maiores motivos para a lenta expansão é que o Brasil tem a tradição de proteger ativamente os produtores locais e tem diversas restrições em relação a importações de materiais, incluindo uma alta carga tributária. Máquinas usadas, por exemplo, que compõem uma área importante de negócios para a empresa, não podem ser importadas.

Para contornar estes fatores e reforçar sua competitividade, já existe um estudo em andamento na multinacional para realizar uma produção local, com um time escalado para entender o funcionamento do setor brasileiro. Hoje em dia, a empresa atua apenas com mediadores e vendas diretas no Sudeste e Sul. Entre as particularidades do Brasil que o time estudará, uma é expressiva. Enquanto na Europa e nos Estados Unidos se usa mais máquinas elétricas, menos poluentes, no Brasil, os caminhões à combustão ainda representam cerca de 70% do mercado. No ano passado, foram vendidos cerca de 15 mil destes veículos mais poluentes, contra apenas 7 mil dos elétricos.

“No Brasil, os clientes ainda priorizam equipamentos mais econômicos em relação à aquisição e manutenção. É preciso tempo e maturidade do mercado para as empresas começarem a investir em equipamentos mais sofisticados”, diz Markus Grallert, Diretor da Jungheinrich no Brasil. Um fator que agrava esta realidade são as regulamentações brasileiras, ou a falta delas. Não existe uma lei nacional que regulamente o uso de máquinas à combustão em ambientes fechados. Na Europa isto é restrito e em alguns países, como na Alemanha, é proibido, o que fomenta o mercado elétrico, de energias mais limpas.

mercado,máquinas,empilhadeiras,b2b,JungheinrichFalta sustentabilidade no Brasil
Um exemplo desta diferença de realidades é o novo produto da empresa alemã, lançado no fim do ano passado na Europa: uma bateria de lítio para máquinas de movimentação que economiza de 30% a 50% em relação à convencional e tem a vida mais longa. “Apesar da bateria EJE com energia de lítio-íon ser bem mais cara, cada vez mais os clientes a escolhem, principalmente os maiores”, diz Klaus-Dieter Rosenbach, membro do comitê de engenharia da Jungheinrich. Este produto, no entanto, não pode ser vendido no Brasil, porque o país não possui regulamentações para o despejo e a reciclagem da bateria. Devido às restrições europeias, a empresa pretende reduzir em 20% a emissão de gás carbônico até 2020.

A empresa inclusive utiliza a sustentabilidade como benchmarking nos países onde atua e como um dos principais ativos de Marketing. “Nossa liderança é focada no benefício ao consumidor e os clientes cada vez mais prezam o critério de energias limpas e a proteção ao meio ambiente”, diz Limberg. Não se pode dizer o mesmo do Brasil, como de outros países emergentes - ainda. Nacionalmente, os atributos reforçados são a tecnologia e inovação, que também recebem a atenção mundial.

Em 2010, 40% do lucro líquido do grupo foi gasto em pesquisa e desenvolvimento. “Não queremos acabar como a Kodak, por exemplo. Para isso, investimos em tecnologia, e no futuro apresentaremos novidades, como o uso de realidade aumentada, por exemplo”, diz Jan Kaulfuhs-Berger, responsável por Comunicação da Jungheinrich.
*A repórter viajou à Suíça a convite da Jungheinrich.
Há dois tipos de homens que nunca irão longe. Aqueles que não conseguem fazer o que se manda e aqueles que conseguem fazer apenas o que se manda”
Cyrus H.K. Curtis – Escritor americano

“Tenha a coragem de fazer o contrário do que todos estão fazendo sempre que achar que essa é a coisa certa e mais inteligente a fazer.”
Autor desconhecido

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012


Posted: 24 Jan 2012 04:00 AM PST
Investir em marketing é importante, seja qual for a empresaConstituir uma empresa, por menor que ela seja, ficou mais simples de uns anos para cá, mas isso não quer dizer que seja uma moleza abrir um empreendimento e ganhar rios de dinheiro em dois ou três meses. Além de criar a empresa, o empresário terá de geri-la da forma certa para que os resultados esperados sejam obtidos.
Por conta dos custos inerentes à abertura e preparação de uma empresa, geralmente o gestor foca seus esforços em contratar pessoal, comprar equipamentos e atender às exigências legais de cada tipo de empreendimento. Ok, tudo pronto, só falta o cliente vir. Mas nem sempre ele vem como se espera, justamente por conta de não ter sido reservada verba para uma parte da empresa que não pode nunca ser esquecida: o marketing.
Aparecer clientes na empresa para comprar seus produtos ou serviços ou apenas visitá-la é algo natural, mas depende muito da localização da empresa. Se ela fica no térreo de um prédio, sua visibilidade é boa e várias pessoas passarão em sua frente. Se está dentro de um shopping, também há grande possibilidade de fluxo de clientes. Mas, e se a empresa está no último andar de um empresarial? E se ela estiver numa rua onde não passa quase ninguém? Falência certa? Não necessariamente.
Investimentos em marketing compreendem não apenas fazer um monte de panfleto e sair distribuindo por aí. A identificação do mercado onde se está atuando, a estratégia para captação de clientes, formação de parcerias, promoções especiais de inauguração e outras táticas são importantes para colocar uma empresa iniciante e desconhecida para gerar lucro.
A ilusão de alguns empresários que creem ser suficiente abrir uma empresa que os clientes inevitavelmente virão e continuarão vindo é um dos fatores que provoca o fechamento de vários negócios em pouco tempo após iniciados. É aí que o marketing entra: um bom investimento em marketing ajudará a aumentar as chances de sucesso da empresa, acelerar seu crescimento e destacá-la dentre os concorrentes. Mas sem investir o mínimo suficiente, não dá, né?
Se você tem uma empresa que depende da sorte para que o fluxo de clientes será satisfatório, passe a pensar em investir em marketing. Converse com um consultor, com outros empresários mais experientes, vá no Sebrae, enfim, procure informações de como fazer um determinado investimento em marketing trazer três ou quatro vezes mais o valor investido. Verá que valerá muito a pena!

Conflito de gerações no mundo virtual


Serviços será o setor mais promissor de Marketing em 2012

Levantamento realizado pela Michael Page com dois mil executivos no LinkedIn aponta as frentes de trabalho mais propícias a gerar oportunidades este ano

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 24/01/2012

leticia@mundodomarketing.com.br

O setor de Serviços será o mais promissor para os profissionais de Marketing em 2012. É o que diz um levantamento realizado pela Michael Page com dois mil profissionais de nível executivo em uma enquete no LinkedIn. Segundo o estudo, metade dosparticipantes acredita que o setor será o maior empregador de profissionais da área este ano.
Em segundo lugar aparece o Comércio (15%), seguido por Indústria e Agronegócios, ambos com 10%. Há ainda 15% que acreditam que todos os setores contratarão mais pessoas ligadas ao Marketing. O setor de Serviços já representa uma parte importante do PIB Nacional e abrange diversas frentes, como Inteligência de mercado, CRM, Comunicação e Eventos. A Michael Page acredita que a amplitude do mercado possibilita o surgimento de maiores oportunidades.
Michael Page,pequisa profissionais de Marketing,Serviços

Adidas lança Pegada Sustentável e amplia portfólio de ações ambientais

Programa pretende impactar os consumidores com o conceito de responsabilidade ambiental. Clientes poderão levar calçados descartados nas lojas da marca e transformá-los em energia

Por Letícia Alasse, do Mundo do Marketing | 25/01/2012

leticia@mundodomarketing.com.br

Adidas,Pegada sustentávelA Adidas lança o programa Pegada Sustentável com o objetivo de engajar o consumidor em suas atividades ambientais e dar um destino correto aos produtos no fim do seu ciclo de vida. O projeto reforça o posicionamento da companhia ligado a questões sustentáveis e visa minimizar os impactos causados no meio ambiente pelo descarte inadequado dos calçados esportivos.
A iniciativa nasceu a partir de uma necessidade da empresa de falar diretamente com o público sobre conscientização e disseminação dos princípios da marca. Com o projeto, a Adidas busca atingir os três pilares da sustentabilidade, pelo aspecto econômico, social e ambiental.
“Nossa ação, economicamente, auxilia na construção da imagem da Adidas diante do público. Socialmente, mobilizamos os consumidores conversando com eles sobre uma atitude cada vez mais necessária na sociedade em que vivemos e a iniciativa impacta principalmente o meio ambiente. Os calçados descartados, ao invés de irem parar nos lixões ou nas ruas, serão levados para fábricas com intuito de gerar energia”, diz Fabiano Lima, Diretor de Relações Institucionais e de Sustentabilidade da Adidas Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Ativação dos consumidores
O Pegada Sustentável surgiu como um meio de aumentar o relacionamento da marca com os consumidores e também incentivá-los a praticar atividades de cunho sustentável. O programa lançado ontem, dia 24, já está presente em sete lojas e 11 outlets da Adidas na grande São Paulo e capital. Em março, o projeto chega às demais 84 lojas da marca em todo o Brasil.
Para promover a iniciativa, os pontos de venda receberão decoração especial, com elementos visuais da ação, como cadarços verdes, com o propósito de incentivar os consumidores a reciclarem, além de comunicados nas redes sociais da empresa. A Adidas também investiu no treinamento de 400 colaboradores para conversarem com os visitantes nas lojas e explicarem as etapas da ação.
“Temos um trânsito muito grande de consumidores em nossas unidades ao longo do ano e queremos levar para estas milhares de pessoas conteúdo de sustentabilidade. Conseguindo este objetivo seremos também  uma empresa responsável por uma mobilização nacional de pessoas”, declara Lima.
Para garantir o descarte adequado do calçado, o usuário poderá entregar o produto sem condições de uso, de qualquer marca, nas lojas Adidas. O cliente assinará um termo de doação do material para a reciclagem e, em troca, receberá um brinde. Em São Paulo, nos três primeiros meses, a “recompensa” será um ingresso para visitar o Museu do Futebol, no Pacaembu. Cada cidade, entretanto, terá uma opção para os consumidores.Os produtos entregues nos pontos de venda serão encaminhados para a empresa de logística reversa e gestão ambiental RCRambiental. A parceira da Adidas será responsável por descaracterizar as peças e transportá-las até o destino final, onde os calçados serão transformados em combustível para alimentar fornos de cimento. O mecanismo possibilita o reaproveitamento integral dos produtos como fonte de energia.
Posicionamento sustentável
O lançamento do novo programa reforça a plataforma de atividades realizada pela Adidas em busca de uma produção menos danosa ao ambiente. O Better Cotton, por exemplo, é uma iniciativa da marca de utilizar nas roupas um algodão produzido com menos água e pesticidas no plantio. A companhia planeja até 2015 usar o material ecológico em 40% de sua produção e, três anos depois, o objetivo é que o algodão seja utilizado em 100% dos produtos.
O material faz parte de uma plataforma de design e produção sustentável da empresa chamado Lugar Melhor (Better Place), em referência a um mundo melhor. O conceito faz relação com as práticas de utilizar menos matérias e substâncias nocivas na fabricação das peças, que compreendem poliéster reciclado de garrafa Pet, tecidos sintéticos livres de solventes, tecel, couro com tingimento certificado e um polímero biodegradável à base de milho, além do algodão orgânico.
A companhia também possui programas sociais ligados a ONGs para incentivar as práticas esportivas como um meio de educação de crianças e adolescentes. “A Adidas tem várias iniciativas que compõem uma cadeia de valor mais sustentável para a marca. Principalmente no design dos nossos produtos, em que utilizamos menos materiais e mais leves, e nos processos de fabricação, em que são usadas substâncias menos nocivas à natureza. Percebemos, no entanto, que estava faltando alguma ação que contagiasse o consumidor e assim surgiu o Pegada Sustentável”, conclui Lima. 

terça-feira, 24 de janeiro de 2012


5 lições do Rock in Rio para você se conectar com seu público

publicado em 24/01/2012
Um dos primeiros sinais universais de que se está envelhecendo é a reclamação sobre a música ouvida pela nova geração: “No meu tempo é que a música era boa”.
Então, como é que um festival de música consegue unir diferentes gerações e diferentes gostos musicais, como acontece com o Rock in Rio? Como consegue atrair, ao mesmo tempo, adolescentes que curtem a cena pop, indivíduos que curtem música eletrônica e metaleiros cinquentões? E, o mais impressionante: como é que o Rock in Rio consegue vender ingressos para a edição de 2013, antes mesmo de anunciar qualquer atração musical (sendo que, conhecendo a dinâmica do mundo da música, possivelmente algumas das bandas que tocarão em 2013 ainda nem existam)?
Elaine Pinto, produtora cultural e autora de Estudo de caso – Por um mundo melhor: o Rock in Rio e a reconfiguração das identidades juvenis na pós-modernidade dá algumas pistas para o fenômeno: “A marca Rock in Rio adquiriu muita força ao longo desses quase 27 anos de existência. Apesar de ter sido criado como uma forma, até então, alternativa de campanha publicitária, o evento acabou ganhando uma identidade própria, atraindo grandes anunciantes”. Assim, começa-se a explicar a força da conexão da marca Rock in Rio:
  1. Vida própria – Las Vegas, antigamente, era uma cidade onde se escondiam mafiosos e traficantes. Por muito tempo, se você usava tatuagem, era bandido ou marinheiro. E Havaianas, durante anos e anos, foi sinônimo de produto para quem não tinha dinheiro. Devido a uma série de fatores, propositais ou não, agora existem verdadeiras indústrias por trás desses produtos. Não há marca que não queira estar ligada aos shows de Las Vegas; tatuadores viraram estrelas; empresas estampam suas logomarcas em chinelos, que são até distribuídos em casamentos chiques para dar mais conforto aos convidados.

    O mesmo aconteceu com o Rock in Rio. Se fosse apenas um festival de música, as pessoas só iriam a ele para ver uma ou outra banda. Mas ele é uma marca, um evento que atrai por si só. A marca se cercou de uma expectativa de qualidade, de diversão e de surpresas que vende pelo simples fato de ser o Rock in Rio. É o mesmo motivo que levava pessoas a fazerem fila para ver o anúncio de um novo produto da Apple: não importava o que seria, mas a aura de Steve Jobs e da marca faziam todo o serviço.
  2. Conexão com a marca desde o início – Especialista norte-americana em marcas e branding, Emily Heyward recomenda a seus clientes que invistam em uma logomarca e um design único para seus negócios desde o início. É uma lição que poucos seguem, pois acham que logomarca é só para grandes empresas. O Rock in Rio é uma dessas exceções, com a mesma logomarca desde a primeira edição, ajudando o festival a se fixar como algo único na mente das pessoas. O publicitário e criador da logomarca, Cid Castro, não imaginava isso, mas o formato lembrando um mapa-múndi pode até ter ajudado a internacionalizar o evento. “Você tem uma chance – isso se tiver sorte – de se conectar e de impressionar o cliente”, complementa Emily. “Sim, você deve sempre melhorar o que tem a oferecer, mas, se não criar uma carteira de clientes leais desde o princípio, não haverá ninguém para ver e comentar as mudanças”, afirma. Por isso, parte do charme do Rock In Rio são as comparações entre a primeira edição do evento, em 1985, e a última, em 2011.
  3. Apelo Universal – O mandamento Conexão, do Decálogo do Cliente, diz que as pessoas desejam se unir a grupos com ética, valores e princípios similares aos seus. E essas pessoas não precisam estar em um lugar só. A internacionalização do Rock in Rio ajudou a fortalecer a marca e criar essas conexões. Agora, as pessoas não são mais parte de um festival que acontece de vez em quando no Rio de Janeiro, mas de um evento que traz uma experiência única a pessoas no Rio, em Lisboa e em Madrid (uma nova edição, por enquanto chamada “Rock in Rio Sudamerica”, também está em estudo). Por outro lado, se não houver cuidado, abandonar seus limites geográficos pode ser algo perigoso e eliminar boa parte de uma conexão.

    O Rali Dakar, por exemplo, sofreu uma grande perda de prestígio ao abandonar as dunas africanas; e os parques da Disney nunca funcionaram muito bem fora dos Estados Unidos. Entretanto, se você estiver seguro do tipo de público com o qual deseja se conectar, essa transição pode ser feita. O Flugtag, Dia de Voar da RedBull, é um exemplo disso. O Rock in Rio é outro. “As palavras-chaves para o sucesso do Rock in Rio com o público em todos os países pelos quais passou são ‘inovação’ e ‘representatividade’. A primeira remete ao fato de estar sempre procurando imprimir ao evento – e, consequentemente, à marca – algum aspecto de renovação e de reinvenção em relação à edição anterior”, avalia a produtora cultural Elaine Pinto.
  4. Valores e princípios iguais, mas separados – Mesmo uma festa como o Rock in Rio tem o cuidado de respeitar seus subnichos. Se você reparar na estrutura do evento, verá que são diversos palcos e vários dias de atrações, cujo maior objetivo é evitar que a galera que vai pular com a divapop, a mocinha que suspira pelo romântico da vez e os cabeludos do metal se encontrem. Assim, evitam-se vaias e outras ações que poderiam estragar a aura de festa do evento e, consequentemente, diminuir a conexão. Mesmo as pessoas que vão a reboque, ver o artista preferido da(o) namorada(o) ou dos filhos, encontram algo de que gostam nos palcos paralelos ou no parque de diversões anexo.

    Da mesma forma, você pode se sentir conectado com os valores e o ambiente de determinada rede de lanchonetes, mas lá pode escolher entre vários sanduíches ou saladinhas, se estiver de dieta. E o público a quem você se conecta pode e deve ser segmentado.
  5. Não abandone seu público – Uma das maneiras de garantir a conexão com seu público é mostrar que sua proposta veio para ficar. Esse é um dos motivos para o Rock in Rio já anunciar suas próximas edições. Assim, quem participa se sente parte de uma história, de uma dinastia.

    É certo que existem pessoas que se conectam com produtos e serviços que já não existem. Por isso há encontros de fãs de séries antigas ou aficionados por carros clássicos. Mas mesmo essa é uma conexão que pode ser utilizada. Veja a Year One, empresa norte-americana especialista em fornecer peças novas para carros antigos. Seu sucesso é tão grande que recentemente abriu sua própria empresa de restauração: as pessoas se sentiam tão conectadas com as peças da Year One, que queriam que só o pessoal da própria empresa mexesse em seus preciosos carros.
No entanto, isso tudo não é suficiente se você não se conectar primeiro com o que faz. É preciso se esforçar para fazer seu trabalho cada vez melhor, como enfatiza Elaine Pinto: “A grande lição que o Rock in Rio passa, como empresa de sucesso no ramo do entretenimento, é a de estar sempre reparando as falhas. Desde a primeira realização, as edições vêm sendo reavaliadas e constantemente adaptadas às necessidades de produção, de espaço, de público, etc., entrando em conformidade com os padrões estabelecidos para eventos de grande porte. É dessa forma que o festival vem preenchendo os requisitos que o tornaram uma das produções mais conhecidas e respeitadas em todo o mundo”, finaliza.
E a sua empresa? O que tem feito para se conectar com o público?
Um grande abraço e até a semana que vem.
Júlio Clebsch
Editor da revista Liderança
julio@editoraquantum.com.br
P.S.: Esta matéria é uma edição da versão original publicada na revista Liderança de janeiro de 2012, de autoria de Brasílio Andrade Neto.

O sucesso é ser Feliz

Cuidado, os maus hábitos podem estar atrapalhando os seus objetivos
Com freqüência, os maus hábitos que adquirimos são os maiores obstáculos no caminho de nossos objetivos.”
Autor desconhecido

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Cuidado com os pensamentos que habitam sua mente, eles se tornarão realidade. E para os bons pensamentos, lembre-se: Não basta somente tê-los, você tem que transformá-los em realidade com muito trabalho dedicação


Meu Bom Dia a todos!! Afinal, é sexta-feira... ;)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012


Existem vários tipos de clientes na área de consultoria. Um deles é o indeciso. O indeciso sente que pode, ou não, precisar de uma consultoria. Ele estaria disposto a contratar os serviços de um consultor, mas precisa ter mais embasamento para tomar uma decisão dessas. Como trabalhar um cliente assim?
Você pode responder: “Ora, é só trabalhar esse cliente, mostrando a ele que a consultoria pode trazer resultado. É só ser vendedor!”. Mas aí é que mora o perigo. Na ânsia de vender mais um serviço de consultoria, o consultor pode se precipitar e se aproveitar “sem querer querendo” de uma possível fragilidade e sugestividade do prospect. Então, facilmente venderia o serviço, já que a dúvida fez o cliente se decidir sem refletir muito. Pouco tempo depois o cliente muda de ideia e então começa o transtorno.
Aqui em Recife, por não haver uma cultura mais forte sobre a utilização de serviços de consultoria, é fácil encontrar prospects receosos. Clientes em dúvida devem ser trabalhados com toda calma do mundo. Seguem algumas dicas simples para que nenhuma das partes saia machucada nessa situação:

1- Diminua seu instinto de vendedor

Todo bom consultor é bom vendedor de si mesmo e de seus serviços. Ao perceber que o prospect pode ser uma presa indefesa, o consultor pode se apressar em vender vários serviços que o cliente não necessariamente esteja precisando.

2- Dê tempo ao seu cliente

Respeite a cara de interrogação do prospect quando ele está pensando se irá ou não te contratar. Consultoria é uma venda que leva um certo tempo, especialmente se for uma consultoria muito complexa. Deixe o cliente pensar, não pressione-o.

3- Mostre os prós e contras

Consultor que se preze é sincero, tanto para o lado do cliente quanto para o dele mesmo. Então, se o cliente tem dúvida com relação aos serviços apresentados, seja honesto e mostre-o se os serviços são necessários naquele momento ou não. Essa sinceridade e empatia irá reforçar ainda mais a sua credibilidade junto ao cliente, o que aumenta muito as chances de fechar contrato.
É melhor um cliente consciente do que está contratando que um cliente que se sente enganado pelo consultor e passa a rebaixar sua imagem na propaganda boca a boca. Lembre-se disso!

do Artigos do Ponto Marketing

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Meu novo artigo para o jornal O POVO

Políticos na Net 2.0

06.01.201201:30

Para quem deseja se comunicar com outros, as redes sociais tornam-se imprescindíveis. Imagine para os políticos que devem sempre estar antenados ao que se passa na mente – e nos corações – dos eleitores! 
Apesar desta lógica, poucos são aqueles que operam com relativa eficiência espaços como twitter, blog e Facebook. A constatação é simples: nestes canais de comunicação o público não fica apenas recebendo as mensagens de seus representantes. Por isso o “2.0”, que representa a evolução de uma internet onde o usuário apenas recebia a mensagem, mas não podia interagir, para a geração também de conteúdo. A coisa mudou e democraticamente para melhor. Na internet, todos falam.

As próximas eleições deverão produzir políticos 2.0 que saibam, não apenas falar e escrever em seus blogs e páginas do Facebook, mas, acima de tudo, devem saber, e muito bem, de forma profissional se possível, responder aos seus eleitores. 

Fazer marketing eleitoral e político para a internet não é o mesmo que produzir programas de horário eleitoral gratuito (que ninguém suporta assistir) nem editar material gráfico de cores berrantes só para tentar chamar a atenção cada vez mais difícil dos eleitores.

Meses atrás o Ibope Nielsen On Line divulgou estudo onde aponta que mais de 46 milhões de brasileiros usam as redes sociais em casa ou no trabalho. Isso confere ao Brasil o terceiro lugar mundial no ranking de uso das redes.

Diante disso, cabe aqui uma perguntinha aos nossos políticos de plantão que ainda teimam em fazer campanhas eleitorais na base da pintura de muros, santinhos e cartazes poluidores, como se fazia no passado recente: É possível, senhores, desprezar milhões de pessoas que passam horas em frente a computadores?

Mas, atenção, não falo de uma massa passiva e sem autonomia de comunicação, e sim de gente que quer ouvir, mas principalmente ser ouvida.

E ainda tem político que não responde aos emails ou as postagens de seus eleitores em seus blogs e páginas do twitter e Facebook.

Danilo Amaral
daniloamaraljornalista@gmail.com
Jornalista, consultor de Marketing Político e Eleitoral e especialista em Gestão